Cloud para supermercado e varejo

Seu supermercado em nuvem.
Sem parar o caixa.

Migramos e sustentamos o seu sistema de gestão em nuvem. Você mantém o mesmo ERP e ganha um parceiro que entende de loja.

Ver como funciona

+1.300 supermercados · 23 estados · +15 anos

+1.300
Supermercados atendidos
23
Estados brasileiros
+15
Anos de varejo alimentar
12+
ERPs do setor homologados

Estes sistemas já rodam em nuvem conosco

Playbook próprio de migração para cada ERP do varejo alimentar.

  • Arius Sistemas
  • CISS
  • Ganso Sistemas
  • HR Tech Sistemas de Gestão
  • Intersolid
  • Linear Sistemas
  • Logus Retail
  • Metanet Sistemas
  • Ora Systems
  • RP Info Sistemas
  • VR Software
  • Zanthus

Usa outro sistema? . Marcas de titularidade das respectivas empresas, citadas para indicar compatibilidade técnica.

Parceiro estratégico

Datacenter qualquer um tem.
Entender de supermercado é outra história.

Caixa travado às 18h de sexta não é chamado. É fila na porta.

Falamos a língua da loja

Frente de caixa, retaguarda, TEF, balança, NFC-e, SPED. Você não precisa traduzir o problema.

Respeitamos o calendário do varejo

Ninguém mexe na sua infraestrutura na véspera do Natal ou na semana do encarte.

Falamos direto com a softwarehouse

Você não vira mensageiro entre dois fornecedores. Resolvemos entre técnicos.

O que costuma doer antes de migrar

  • Servidor de 8 anos num rack ao lado do estoque.
  • Backup que ninguém testa até o dia de restaurar.
  • Lentidão no pico, justo no sábado à tarde.
  • Abrir loja nova vira projeto de meses.
  • Um único cara de TI para tudo, sem dormir.
  • Dados e fiscal espalhados, sem controle.

Não vendemos servidor em nuvem.
Assumimos a responsabilidade de manter o supermercado vendendo.

O que entregamos

Ponta a ponta, do dimensionamento à madrugada

Migração sem parar a loja

Ambiente testado em paralelo. Virada em janela combinada, com plano de retorno pronto.

Dimensionado por PDV

Calculado pelo número de checkouts e pelo seu movimento real, não por pacote genérico.

Contingência desenhada, não improvisada

Redundância de conexão e contingência de PDV dimensionadas no projeto, antes da virada.

Backup com rotina de restauração

Backup só vale quando a restauração é exercitada. A rotina entra no desenho do ambiente.

Suporte que entende o horário do varejo

A cobertura é dimensionada pelo calendário da sua operação, não pelo horário comercial padrão.

Loja nova em dias

Sem comprar servidor. Custo previsível por loja e base centralizada.

Atendemos toda a cadeia do varejo alimentar

  • Supermercado
  • Atacarejo
  • Rede multi-loja
  • Mercado de bairro
  • Padaria
  • Açougue
  • Hortifruti
  • Centro de distribuição

Como funciona

Cinco etapas, nenhuma surpresa

  1. Diagnóstico

    Lojas, PDVs, sistema, banco, integrações e o que trava hoje.

  2. Desenho e janela

    Dimensionamento, contingência e data da virada, definidos com você e com a sua softwarehouse.

  3. Ambiente em paralelo

    Base restaurada e testes de caixa, fiscal e TEF, com a loja rodando normalmente.

  4. Virada acompanhada

    Cópia final, PDVs redirecionados e gente acompanhando a abertura seguinte.

  5. Sustentação

    Monitoramento, backup, capacidade e o telefone que atende quando o caixa reclama.

Quanto tempo levaria na sua rede?

Com o número de lojas e o seu sistema, devolvemos prazo e custo realistas.

Perguntas frequentes

Dúvidas de quem está avaliando nuvem

O que é cloud para supermercado?

É rodar o sistema de gestão da loja (retaguarda, frente de caixa e banco de dados) em datacenter profissional, acessado pela internet, em vez de um servidor dentro da loja. O software e as telas continuam os mesmos; muda quem responde por disponibilidade, backup e desempenho.

Preciso trocar o meu sistema de gestão?

Não. A migração é do ambiente, não do software. Mesmo ERP, mesmos relatórios, mesma rotina, com a migração alinhada junto à sua softwarehouse.

O supermercado precisa fechar durante a migração?

Não. O ambiente novo é montado e testado em paralelo, com a loja operando. A virada acontece em janela de baixo movimento combinada com você, com plano de retorno preparado.

E se a internet cair? O caixa para de vender?

Essa é a primeira pergunta de todo supermercadista, e com razão. O projeto prevê redundância de conexão e o uso da contingência do próprio PDV, que segue registrando vendas e sincroniza quando o link volta. O desenho exato sai no diagnóstico.

Meu sistema é local. Ele não depende de internet, certo?

Depende, e muito. Sem internet o TEF não passa cartão no caixa, a NFC-e e a NF-e não são autorizadas pela SEFAZ e você também não recebe as notas dos fornecedores. Na prática, o supermercado com servidor na loja já opera dependente de conexão hoje. A diferença é que ali a internet é um detalhe que ninguém dimensionou, e em nuvem ela vira parte do projeto: link redundante e contingência definidos antes de acontecer o problema.

Tenho matriz e filiais ligadas por VPN. O que muda em nuvem?

Muda quem carrega o risco de todo mundo. Com o servidor na matriz, as filiais dependem da estrutura da matriz: caiu a energia ou o link lá, todas as lojas ficam sem sistema, mesmo estando com tudo funcionando na própria loja. Em nuvem isso acaba. Cada loja passa a depender apenas da estrutura dela, e a matriz deixa de ser o ponto único de falha da rede inteira.

Quanto custa?

É mensal, e o valor acompanha os recursos que a sua operação realmente consome. Quantidade de lojas, de PDVs e de usuários são as métricas de referência para dimensionar, mas o número sai de um estudo prévio do seu ambiente, não de tabela pronta. O diagnóstico é feito antes e sem compromisso: você recebe o valor já dimensionado para o seu caso.

Quanto tempo leva a migração?

Uma loja única com base pequena costuma sair em poucos dias após o diagnóstico. Redes migram em ondas, loja a loja, respeitando fechamento fiscal, inventário e picos de venda.

Meus dados ficam seguros? E a LGPD?

Datacenter profissional, com controle de acesso, criptografia e rotina de backup definida em contrato. Isso organiza a resposta à LGPD: fica claro onde os dados estão, quem acessa e por quanto tempo são retidos.

Qual a estrutura dos datacenters?

Todos os datacenters que utilizamos são Tier III, a classificação do Uptime Institute para ambientes com caminhos redundantes de energia e climatização, que permitem manutenção sem derrubar o que está no ar. Traduzindo para a loja: manutenção programada da infraestrutura não chega ao seu caixa. Sobre isso vêm as camadas de segurança da informação, com controle de acesso, criptografia e rotina de backup definida em contrato.

Onde ficam os datacenters?

Em São Paulo/SP, Fortaleza/CE, Goiânia/GO, Curitiba/PR e na Flórida (Estados Unidos). Estrutura distribuída conta por dois motivos bem práticos: quanto menor a distância entre a loja e o datacenter, menor a latência que o operador de caixa sente na tela, e manter os dados em território nacional simplifica a conversa sobre LGPD.

Qual a diferença de vocês para uma empresa de datacenter?

Uma empresa de infraestrutura entrega máquina e disponibilidade. Nós entregamos operação de supermercado funcionando: conhecemos a rotina de frente de caixa, o comportamento do banco de cada ERP do setor e falamos direto com a softwarehouse.

Próximo passo

Vamos avaliar o seu ambiente antes de você decidir

Quatro perguntas rápidas. Quem retorna é especialista em varejo alimentar, não vendedor de servidor.

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